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Puta que pariu, Matanza em Campo Grande!

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Foda! Essa é a palavra certa para descrever o show do Matanza ontem aqui em Campo Grande. Saí da minha queriada cidade e nunca imaginaria que a oportunidade de ir num show deles surgiria. Quando eu digo nunca é do tipo nunca mesmo, never.

A banda está no auge, sem dúvida e me vem parar aqui em Campão, justamente quando eu estou marcando pela cidade... não dava pra perder. De quebra ainda levei meu irmão - aquele ingrato que abandonou o Riffs & Solos - e minha cunhada que tinham acabado de chegar de viagem.

Chegamos no Bar Fly lá pela uma e meia da manhã, e eu estava puto por que temia a possibilidade de não caber mais gente dentro do bar - o que não aconteceu - e, pra alegria geral da nação, a banda entrou no palco em cerca de 30 minutos.


O Show

Foi tudo muito rápido. Num minuto estava tudo calmo e no outro uma multidão se empurrava disputando cada centímetro do bar para ver o show. Do nada aparece Jimmy London e o pau come: "Ressaca Sem Fim"! Na metade da música eu já estava sem voz...

O show não pára um minuto! Uma música estratégicamente enfiada no fim da outra. Nisso vem na sequencia "Maldito Rippie Sujo", "O Ultimo Bar" e "Tempo Ruim". Amigos, na minha cidade vê-se 4 ou 5 shows por ano e com artistas escolhidos à dedo podre pra agradar a todos - o que acaba não acontecendo. Então, o máximo que eu ja tinha visto de banda ao vivo era o... Nando Reis (credooooo)! Agora imaginem eu no meio do show do Matanza! Foi com certeza absoluto um marco na minha vida, sem exagero!

Bem o show continuou com tudo que o Matanza faz de melhor e sem faltar uma música "O Chamado do Bar", "Clube dos Canalhas", "Eu Não Gosto de Ninguém", "Quem Perde Sai", "Bebe, Arrota e Peida", "Matarei", "Bom É Quando Faz Mal", "Santa Madre Cassino"... tudo estava lá.

Por uma infelicidade do destino, não havia uma câmera em nossas mãos e por isso esse post está sem as fotos do show. Mas no fim das contas, tanto faz se eu tirei foto ou não. O importante é que eu estava lá pra ouivir o Jimmy gritando "Puta que o pariu, Campo Grande"!

Entrevista com o Fábio Terra (Bando do Velho Jack)

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Rolou uma entrevista muito bacana com o Fábio "Corvo" Terra no vitrinevirtual.com.
Clique aqui para ler!

Twin Guitars: O Som do Southern Rock - por Fábio Terra

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Nada caracteriza mais a sonoridade do Southern Rock do que o trabalho de Twin Guitars ou guitarras gêmeas, o som delas sempre se harmonizando em 3ªs é um dos pontos marcantes do som sulista. Nesse pequeno exemplo eu mostro como usar a escala pentatônica, no caso Am7, e harmonizá-la dentro de um contexto melódico.

O truque ou a manha é simples, basta pegar o 1º shape e tocá-lo junto com o 3º shape conseguindo assim, a sonoridade característica. Esse elemento foi usado no 1º disco do Allman Brothers, principalmente para convencionar as partes antes dos improvisos ou da entrada de algum solo, logo, bandas como Lynyrd Skynyrd, Outlaws, Blackfoot também usam dessa sonoridade.

Para se fazer esse exercício peça a um colega que toque junto com você, outro detalhe é que a escala está em colcheia terminada, ou seja, a contagem fica sempre em 1 2 3; 1 2 3... Acentuando sempre no 1. Repito que é importante conhecer os 5 shapes ou inversões da pentatônica, e o jogo é o seguinte: Toque o 1º shape junto com o 3º; ou o 2º com 4º; ou o 3º com 5º ou então o 5º com o 1º novamente. Se tiverem alguma dúvida, é só escrever para colunasouthrock_corvo@hotmail.com
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DVD duplo: Allman Brothers Band - Live at The Beacon Theatre

5 shapes de Pentatônica para Southern Rock - Fábio Terra

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Olá, amigos! Hoje é um dia muito especial pra mim e para o blog. Estreamos aqui uma coluna de Southern Rock com os licks e as manhas do estilo desvendados pelo guitarrista do Bando do Velho Jack, Fábio Terra!

Neste primeiro post, ele nos mostra 5 shapes de pentatônica menor com sétima (na escala Am) onde cada progressão se inicia em uma parte da escala e dá várias possibilidades a partir daquelas 5 notas originais. Fábio Terra também estreou na Revista Música hoje com uma coluna também sobre Southern Rock. Imperdível pra quem curte classic rock e imperdível pra quem é fã do Bando!

Os cincos shapes da pentatônica são de uma enorme importância dentro do blues rock, não poderia ser diferente no Southern Rock.

Muito do que as bandas fazem são diretamente ligadas à essa escala Dickey Betts e Duane Allman as usam em quase todas as músicas do Allman, um exemplo disso é a intro de Ramblin Man ou a também intro de da versão de Hoochie Koochie Man que os caras mandaram, mas é preciso, inicialmente, dominar os cinco shapes ou inversões, par depois harmonizarmos as guitars.

Outra banda que usa dessa escala é o Lynyrd Skynyrd, da qual a história e os truques irei falar no decorrer dessa coluna. Faça com calma e obtenha total independência entre os shapes. Decore os 5 shapes da pentatônica, eles serão importante na construção das twin guitars, onde a maioria das frase são feita à partir dessa escala.

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Indique música boa!

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Muito bem, muito bem. Embora minha última tentativa de mobilização não tenha dado muito certo, aqui vou eu tentar algo diferente dessa vez. Meu irmão me deu a dica e eu vou listar neste post algumas músicas muito boas disponíveis gratuitamente na internet e passarei a bola adiante.


Espero que isso vire um meme, ou corrente, sei lá. Assim todo mundo acaba conhecendo alguma música nova e ainda poderá baixá-la free!

Minhas indicações são:



Cidade Cinza - Astronautas; Rock com pegada empolgante e solo simples e maravilhoso. No começo, logo que conheci a música, não gostei muito pela temática "cidade grande", mas a música é boa demais e tem um ótimo riff ganchudo. YEAH! Vale cada segundo.

Cada Vez no Amanhecer - Olho de Gato; Música pop de qualidade com uma levada muito boa. A banda Olho de Gato já está na estrada há mais de sei lá quantos anos e muitos músicos já passaram por lá. Cada Vez no Amanhecer é excelente e o melhor, a banda é sul-matogrossense. HELL YEAH!

Não Devo Nada - Velho Joe - Quando o Gattune! falou do Palco mp3 eu comentei que o Velho Joe foi uma das bandas mais legais que achei por lá por causa da levada que lembra muito uma mistura do som da Rita Lee com os Stones + Black Crowes. Rock and Roll da melhor qualidade!

The Question Is... - Yellow Plane - mais uma banda excelente que conheci no Palco mp3. O Yellow Plane faz Classic Rock com a melhor influência possível: Led Zeppelin! Isso garante um som de guitarra matador saindo da Les Paul[bb] do Pablo Melo.

Steel Lord On Wheels - Hibria - o Rodrigo Bonjour da Lítera me passou a dica da banda Hibria e eu que já tinha ouvido essa música no Dente Preto, vim adicioná-la a minha lista. O som deles é Heavy Metal com vocais agudos muito fodas do Iuri Sanson.

Agora eu convido pra continuar a corrente os blogueiros Alexandre Paloschi, meu parceiro da Revista Música, Gilson Lorenti do Defenestrado, Fanny Webber e o Cab do Portal Cab.

A regra é simples, indiquem quantas músicas quiserem e passem a diante pra quantos quiserem, mas AS MÚSICAS PRECISAM SER LIVRES, ou seja, o artista deve tê-las disponibilizado de graça na internet.

Resumão da Música Pantaneira

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Procurando sobre o disco Polca Rock do Jerry & Croa, encontrei esse post no blog Ponto Cego com o belo nome Música Pantaneira. Lá temos um belo resumo das bandas do Mato Grosso do Sul e de suas características, algo difícil de se encontrar num mesmo texto. Se você ainda não conhece as bandas e quer saber mais daquelas que eu já comentei aqui no Riffs & Solos, aproveite!






O Bando do Velho Jack - Velhos e Velhas

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O Bando do Velho Jack gravou em 2003 o disco f*dao Como Ser Feliz Ganhando pouco, - leia a resenha do disco, que levou nota 10 no Whiplash - que aliás, já tem um riff aqui no blog. O segundo riff que eu tirei deste disco é a introdução da música que nasceu da parceria entre o Bando e as Velhas Virgens, a maior banda de rock e blues canalha do Brasil. Velhos e Velhas - o nome já é bem sugestivo - narra um encontro das bandas numa estrada no meio do cerrado brasileiro e rende ótimas tiradas na letra de Paulão Carvalho como "saiotes e cadeiras de rodas manchados com cerveja".

O riff é simples e muito bem construído sobre a escala pentatônica de A. Rodrigo Tozzete toca duas cordas ao mesmo tempo sem palheta, e usa isso para dar ênfase às suas principais notas. O resultado é um som sujo e com levada rock and roll. Vamos à ele:

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Veja o vídeo do Bando do Velho Jack tocando Velhos e VelhasClique para abrir no Café Moinho em Campo Grande e pelas costeletas do Rodrigo Tozzete! Deus do céu, como eles são feios!



Clandestino - Maria Bonita

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A banda Clandestino nasceu em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, na fronteira com o Paraguai. A influência da música sulamericana aparece no repertório quando a banda utiliza ritmos típicos e instrumentos como as flautas peruanas que você pode ouvir em Maria Bonita, a música da nossa transcrição.

Essa característica cresce aqui no estado num movimento - odeio esses termos - chamado Polca Rock, onde o compasso ternário (3/4), típico da música paraguaia é adaptado ao rock com levada Heavy Metal.

O nosso riff em questão não tem este formato, e está em destaque aqui pela sua simplicidade e pela própria música, que é muito legal. Use uma guitarra com efeito flanger para que soe como na gravação original.

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"Não sou sertanejo. Sou roqueiro."

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Encontrei no Overmundo uma entrevista que o Almir Sater concedeu. Comentários pertinentes sobre a indústria da música e a maneira de compor, assim como suas influências do rock and roll. O melhor ficou para o final:

Rodrigo Teixeira: De costas para o Atlântico e de frente para o Pacífico...
Almir Sater: No Mato Grosso do Sul estamos de frente para as estrelas.

Leia aqui a entrevista completa.

Bêbados Habilidosos, o melhor show do FAS

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Ontem, fui ansioso ver o show da banda de blues campograndense Bêbados Habilidosos na praça Generoso Ponce. Estava frio, vento forte e a preguiça do dia anterior era enorme, por isso a ansiedade vinha com uma despretensão velada. A noite começou, como eu tinha citado, com o grupo Nata do Choro, formado por membros da Banda Municipal Manoel Florêncio (quem, aliás, foi Manoel Florêncio?!) e mesmo com a ventania derrubando tudo no palco, se saiu muito bem!

Logo após os músicos, entraram no palco de maneira discreta 5 caras velhos e com cara de cansados. Eram os Bêbados. Olhei e pensei: "Eles estão de mau-humor, o show vai ser uma m*rda..." Que nada! De longe este foi o melhor show do Festival América do Sul! Bateria e baixo formavam uma cozinha pulsante e coesa que abria caminho para a guitarra poderosa e a voz rouca do Renato Fernandes, que parecia quieto até a platéia tomar corpo. Vinte minutos (3 músicas) depois do início, todos na praça já estavam bebendo, dançando e cantando todos os blues. A banda carregou o público e dominou a noite. Não houve vento e nem frio que me impedisse de tirar a ferrugem da sola do tênis e vibrar a cada acorde e frase na guitarra.

Para quem curtiu o show como eu curti, a festa durou pouco (duas míseras horas). A apresentação deveria ter tomado a noite toda e poderia, sem sombra de dúvida. Se você nunca ouviu, entre neste blog aqui e procure alguma coisa deles, não irá se arrepender. Ainda encontrei muita gente legal por lá, pena que o Galo não conseguiu cobrir o evento... No meio do show encontro um professor bacana do meu curso de Geografia com uma garrafa escrito: "Chuva lá fora, aqui dentro só pinga!". Num show dos bêbados, nada mais apropriado.

*Este texto foi originalmente publicado no vitrinevirtual.com

O Bando do Velho Jack - Lixo Humano

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Bicho do Mato - Bando do velho JackMais um super riff de uma das minhas bandas preferidas. Pra quem ainda não leu nada sobre esses caras, essa é a banda aqui de Campo Grande-MS que toca um Classic Rock sugado das melhores referências setentistas. Sou fã e vim postar a introdução de Lixo Humano, faixa do último CD do Bando chamado Bicho do Mato (foto).

O riff é construído sobre a 6ª corda, usando-a solta como como nota pedal, isso é muito comum no Hard Rock, ouça o riff de "Here I Am" do Skid Row e verá a mesma característica, utilizada de maneira distinta.

Fábio "Corvo" Terra - a guitarra mais cafageste do cerrado - tem um timbre fod*o e uma pegada matadora, então ouça bastante e deixe-se levar pelo rock and roll. Até mais!

Tablatura-Lixo HumanoClique para ampliar.


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Filho dos Livres - Não dá pra Te Esquecer

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Olá, este post inaugura um novo marcador aqui no blog: "MS". Este será usado quando a transcrição se tratar de algum artista aqui do Mato Grosso do Sul.

O duo Filho dos Livres, surgiu da união dos músicos Guga Borba e Guilherme Cruz (foto) na cidade de Campo Grande-MS, depois de muitos anos de trabalho com produção musical de artistas regionais e nacionais. A banda apresenta uma proposta diferenciada, com a fusão de várias influências, resultando em um trabalho coeso e bem acabado.

"Não Dá Pra Te Esquecer" faz parte do disco de estréia, Tradições Distorcidas, lançado em 2004 e teve sua tiragem esgotada, fazendo com que a banda lançasse o disco Meu Carnaval Numa Outra Estação De Natal, que contém, além das músicas do primeiro disco, outras 6 músicas adicionais. Os três discos da banda estão disponíveis para download no site deles.

O solo transcrito - o único do disco - é bastante interessante devido à pegada do guitarrista Guilherme Cruz. Tome cuidado com a afinação dos seus bends e boa sorte!

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O Bando do Velho Jack - Review do disco Bicho do Mato

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Amigos do Riffs & Solos, escrevi um review para o novo e tão aguardado (por mim) disco do Bando do Velho Jack e vim postá-lo aqui no blog. Estas foram as minhas impressões sobre o trabalho:

Banda:
O Bando do Velho Jack

Álbum:
Bicho do Mato

Para quem não conhece, o Bando é uma banda de Mato Grosso do Sul que tem suas influências no Classic e Southern Rock.
Bicho do Mato é o 3º disco deles com músicas inéditas, os primeiros foram Procurado e Como Ser Feliz Ganhando Pouco, além do Ao Vivo e Acústico no Som do Mato.

Cinco anos depois de Como Ser Feliz... o Bando voltou mais afiado: as guitarras estão excelentes e as músicas mais elaboradas, mas isso não significa que o disco tenha conseguido superar o antecessor.

Na minha opinião, o grande mérito do novo disco, foi a ousadia da banda que apesar de ainda compor músicas no velho estilo 3 acordes do blues e rock, conseguiu um repertório coeso e maduro que fugisse da mesmice. Sonoridades diferentes e arranjos muito bons me chamaram a atenção.

Os pontos negativos neste disco são apenas dois: Algumas letras são um pouco fracas e soam ingênuas. O outro ponto é o vocal do Rodrigo Tozzete. O cara conseguiu se sair muito bem nos discos anteriores e no acústico pela voz forte e por ter um certo feeling próprio. Só que em Bicho do Mato ele mostra umas melodias muito "quadradas" e repetitivas.

As melhores músicas pra mim são "Bicho do Mato", "Gasolina", "Quando Eu For Embora", "Mais perto de mim" e "Lixo Humano", por terem temas interessantes e os melhores vocais do Rodrigo.

No mais o disco é coeso e os outros músicos - João Bosco (bateria), Marcos Yallouz (Baixo), Alex Cavalheri (Teclados) e Fábio "Corvo" Terrra (Guitarra)- são muito competentes. Fábio Terra tem um timbre de guitarra excelente e Alex Cavalheri sempre faz sua parte muito bem.

Conclusão: O disco não é o melhor da banda, mas os caras ainda têm muito crédito por seus trabalhos anteriores.
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Gostou do review? O blog Virtuosys do Rafael Espinosa tem uma categoria só pra isso com ótimas sugestões. Até mais!



O Bando do Velho Jack - Como Ser Feliz Ganhando Pouco

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Olá amigos! Talvez muitos de vocês nunca tenham visto este cara de lenço na cabeça aqui ao lado, mas acredito que já devem ter ouvido falar em algum lugar da banda dele. Trata-se do Fábio "Corvo" Terra, guitarrista líder da banda sul-matogrossense O Bando do Velho Jack, da qual eu sou fã de carteirinha.

Esses caras já têm uns bons anos de estrada e, com 3 discos de estúdio e um acústico no currículo, sabem como fazer o bom e velho rock and roll com as melhores influências: Lynird Skynird, Rolling Stones e outros monstros do glorioso passado do rock.


Corvo é um guitarrista preciso que sabe aliar seu feeling à intensidade necessária para compor riffs memoráveis como este que transcrevemos abaixo, de Como Ser Feliz Ganhando Pouco - música que dá nome ao segundo trabalho do Bando. O destaque neste exemplo e em todo trabalho deste guitarrista é o timbre matador que ele extrai da sua guitarra. Aproveitem:

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Ouça algumas músicas do Bando do Velho Jack na página deles no MySpace.