2017. Mais de 30 anos após a saída do seu vocalista original - ninguém menos que Agenor de Miranda Araújo Neto, A.K.A. Cazuza - o lendário Barão Vermelho sofre sua segunda grande baixa nos vocais quando Roberto Frejat decide seguir com sua carreira solo.
Mauricio Barros, tecladista que havia participado do especial de Rock Brasil patrocinado por uma marca de cosméticos, sugere à banda que contratasse Rodrigo Suricato, músico que segurou a responsabilidade de tocar com Dado Vila-Lobos (Legião Urbana), Liminha (Mutantes), Paula Toller (Kid Abelha), João Barone (Paralamas do Sucesso) e Nando Reis (Titãs/Solo) naquela noite. O resultado é o álbum Viva, com nove faixas inéditas e que é um absoluto retorno aos ares para o Barão.
A primeira coisa que me chamou a atenção quando meu irmão colocou o disco pra tocar foi "Caramba, é a cara do Barão Vermelho!". Pode parecer bobo e óbvio mas todo fã de música sabe como a troca da voz numa banda é traumática, principalmente porque esse tipo de substituição pode significar novos rumos na sonoridade dos trabalhos futuros - vide o iceberg que atingiu o Rainbow quando Ronnie Dio foi pro Black Sabbath - para bem ou para mal. No caso do Barão/Frejat, eu que era absolutamente cético, só pude dar o braço a torcer porque não apenas as faixas do album são excelentes, mas Suricato ocupa a frente da banda como se aquele posto nunca tivesse pertencido a uma lenda do rock pra mostrar serviço com competência e personalidade.
Das nove faixas, pelo menos quatro tocam em temas como separação, amizade, relacionamento e auto-afirmação como "Tudo por nós 2" que diz em seus versos:
"Ei, se liga aí Eu ainda não morri Eu tô aqui (...) Todo esse barulho É pra nos confundir Nada vai nos dividir (...)"
Viva abre com "Eu Nunca Estou Só", uma faixa que demonstra como a música negra americana está no DNA do Barão. Um lick no violão construído sobre a pentatônica dá o tom de Blues para o início e uma estrofe em estilo Rap fecha a canção e ao mesmo tempo, o ciclo do legado negro na música. Confesso que ainda não me acostumei com essa faixa e apesar da temática coerente não apenas nela própria, mas com todo o tema de ciclo/renascimento do álbum, ainda é a que mais me causa estranheza. É, eu não sou fã de hip-hop...
Daqui pra frente, todas as faixas têm qualidade de Lado A e apenas a última, "Pra Não Te Perder", tem cara de fim de festa, o que nem é demérito. "Por Onde Eu For", "Jeito", "Um Dia Igual ao Outro", "A Solidão Te Engole Vivo". Cada uma das faixas tem cara de hit de rádio (daquele tempo quando rádio era bom) e das que menos se encaixam nesse formato, "Um Dia Igual Ao Outro", poderia estar em qualquer outro álbum da banda e aparecer no registro ao vivo da banda junto com "O Poeta Está Vivo" sem prejuízo algum.
Meu destaque absoluto fica para "Vai Ser Melhor Assim" por conta de um instrumento que salta aos ouvidos: os teclados do Mauricio Barros carregam o riff principal da música e sobrepõem as guitarras enquanto Suricato canta lindos versos de amor: "A vida é curta pra viver com quem só pensa em te foder". Clássico instantâneo.
Outro aspecto que me chamou bastante atenção é como as melodias são cativantes e as canções são simples e diretas. Nenhuma faixa do Viva é longa ou complexa como um épico do rock. Pelo contrário, são canções fáceis de cantar e dão aquela impressão de que seria muito simples pra qualquer um montar uma banda e aparecer com nove composições originais tão boas como essas (aviso: não é).
Viva é um discaralhaço que faz o ouvinte voltar o álbum pra tocar desde o início logo que acaba e isso é algo cada vez mais raro (ainda mais pra uma banda veterana). O Barão Vermelho conseguiu não apenas estabelecer mais uma vez seu novo vocalista como provou que a chama ainda está acesa na banda. Imperdível.
Em 2018 tornou-se oficial o ciclo de indignação diária que aparentemente será a rotina das redes sociais durante alguns anos. A despeito do fato incontestável de que as pessoas fazem merda diariamente, a proporção da indignação virtual é que alcançou níveis mais altos que o comum, transformando alguns problemas, por vezes até banais, em "notícias" com destaque em portais de alcance nacional.
Um desses episódios envolveu a remoção de uma música do Spotify após a revolta de muita gente nas redes sociais. Aqui, o título de uma notícia publicada na época:
Clica na imagem pra ler a notícia toda, amigo leitor.
A obra em questão, Só Surubinha de Leve, do MC Diguinho cujos versos "taca bebida depois taca pika e abandona na rua" certamente não entrarão pra história da música popular brasileira, foi acusada naquela ocasião de fazer apologia ao crime de estupro.
Problemão, né? Pro autor da música e pra quem a publicou, sim - imagino que deva ter rendido problemas com processos e perda de receita - Agora, pra você, pra mim ou qualquer pessoa que decida ouvir ou não essa faixa, talvez tenha sido nada demais.
"Mas a música defende claramente o comportamento abusivo com mulheres!". Defende? Por via das dúvidas, façamos como sugere o mestre Manfredini Jr. em Só Por Hoje: vamos com calma.
Observe essa organizada e bem implementada tabela comparativa:
Só Surubinha de Leve - MC Diguinho
Conversa de Assassino Serial - Matanza
Pode vim sem dinheiro
Mais traz uma piranha
Pode vim sem dinheiro
Mais traz uma piranha
Brota e convoca as puta
Brota e convoca as puta
Mais tarde tem fervo
Hoje vai rolar suruba
Só surubinha de leve
Surubinha de leve com essas filha da puta
Taca bebida depois taca pika
E abandona na rua
Precisa arrumar um novo culpado
Se tudo acabar dando errado
Precisa de um novo suspeito
Porque foi bem longe de um crime prefeito
Fez bem em tê-la enterrado
Pena que foi descuidado
Deixou na pá impressões digitais
Porque ninguém mais acredita
Que foi só um crime comum
Mesmo que a investigação não saiba onde procurar
Eu já vi mais de um repórter andando pelo local
Já começaram a publicar que é um assassino serial
Duas obras, dois gêneros distintos e um elemento em comum: descrevem crimes. E caso o querido leitor nunca tinha reparado nas letras do Matanza anteriormente, talvez não tenha prestado atenção em muita discografia de bandas pesadas. Várias são as composições em que o personagem da letra está em posição oposta à lei, como no seguinte verso:
"Finished with my woman 'cause she coudn't help me with my mind" - Paranoid (1970)
No primeiro verso de Paranoid, Ozzy Osbourne canta como deu um fim à sua esposa por não ter ajuda alguma dela pra seus problemas de paranoia. Isso não quer dizer, no entanto, que Ozzy e o Black Sabbath sejam criminosos. Não que não tenham sido pegos em situações ilegais, mas compor letra de música ainda não configura crime. Por mais abjeta que uma letra possa ser, o famoso crime de apologia ao crime segundo o Art. 287 do código penal brasileiro, só ocorre na hipótese de alguém "Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime.". O Art. 286, anterior a ele é o que tipifica a incitação ao crime, e esse fato ocorrerá quando alguém "Incitar, publicamente, a prática de crime". Então, a incitação precisa estimular alguém a cometer crime e a apologia precisa elogiar um crime já cometido ou seu autor.
Caso fossemos decidir - e isso é um exercício hipotético, qualquer julgamento é responsabilidade do poder judiciário - se um autor de música cometeu qualquer um desses crimes contra a ordem pública, precisaríamos provar que um crime foi cometido antes e a canção celebra isso, ou depois, motivado pela obra. Complicado, não?
Pesquisando pra esse artigo, encontrei um texto excelente do Tassio Denker sobre os limites entre Liberdade de Expressão e apologia em que ele explicita o borrão que é a área cinza entre liberdade de expressão e crime, ressaltando que nenhuma liberdade é absoluta. Em se tratando de música ou qualquer obra artística, figuras de linguagem se aplicam, tornando praticamente impossível atribuir qualquer crime a uma obra. Claro, toda regra tem exceção.
Ironia: esse selo praticamente atesta a qualidade de um álbum de heavy metal.
Muito anterior a esse fato, em 1985 a música pesada foi alvo de grupos preocupados com a influência que ela exerceria nos jovens. O Parents Music Resource Center, foi um comitê formado nos Estados Unidos para aumentar o controle sobre músicas que, segundo eles, tratavam de violência, sexo e drogas. O comitê deu origem ao famoso selo que avisa os pais sobre o conteúdo das músicas, bastante comum nos álbuns de hard rock e heavy metal, não antes da líder do comitê, Tipper Gore, ouvir a leitura de uma carta maravilhosa redigida pelo lendário Dee Snider, vocalista do Twisted Sisters à época. Ela podia ter ido dormir sem essa.
É preciso estar atento a casos como esses para poder distinguir a legítima aplicação das leis, das tentativas de cerceamento de liberdades e direitos garantidos, e de censura, pra que não voltemos ao tempo em que músicas precisavam de autorização antes de serem publicadas.
Ainda bem que os censores do governo eram meio lentinhos.
Pra mim, ficam duas conclusões: Casos de crimes reais são bem mais relevantes pra sociedade do que um caso de criação de obra ~artística~ e arte ruim é só arte ruim.
Muito bem amigos e leitores! Finalmente voltamos aos bons tempos por aqui, quando as tablaturas imperavam e a conversa fiada era pouca.
Depois de um tempo obscuro sem internet e com a vontade de recomeçar, mudamos o tema, fomos a um show e pronto: resolvemos botar essa m*rda pra funcionar de novo. E acho que voltamos em grande estilo!
A nossa transcrição de hoje é de um excelente riff do Matanza, a banda carioca que fez o rock brasileiro voltar a ser macho como o Zeca Bordoada.
A técnica usada pelo guitarrista Donida (foto) é bem simples, ele toca com palhetadas rápidas e palm-mutting, criando um tema rápido e ritmado. Excelente pra se acostumar com salto de cordas, já que a última nota de cada compasso, é na 4º corda, enquanto todo o resto é executado na 6º.
Todo mundo que lê este distinto blog de guitarra deve saber ou imaginar que eu, o homem por trás dos Riffs & Solos, tenho a minha própria banda. Estão certos, e agora (leia-se finalmente) nós demos nosso primeiro passo rumo ao "próximo nível". Amigos, apresento-lhes a banda Hard Co.
Nos últimos dias estivemos gravando algumas de nossas músicas pra entrar na corrida do Festival América do Sul. Isso explica um certo sumiço dos posts por aqui e também as dores de cabeça que tive por causa do maldito clique do metrônomo. Mas enfim deu tudo certo. Conseguimos gravar as 4 músicas necessárias para nos inscrever no FAS e, de quebra, colocamos as 3 melhores na nossa página do Palco mp3.
Este é o primeiro post do ano aqui no Riffs & Solos e precisava ser algo especial. Então vou escrever sobre a banda gaúcha Lítera uma ótima sugestão do meu parceiro Guilherme Ostrock, do blog Qualidade Sonora.
Não é a primeira vez que me meto a falar de bandas que estão do lado de fora do mainstream, eu já falei aqui sobre o excelente Yellow Plane mas a diferença é que não pude postar um riff ou solos da Lítera, por que eles simplesmente não fazem solos de guitarra. Então este é um review da banda e não apenas de uma música ou riff.
Não vou mentir: sou muito relutante quando se trata de música introspectiva e rock alternativo, mas também sou fascinado por competência e criatividade, e esse é o ponto forte da Lítera. Seja na levada que lembra o início da Legião Urbana em Lá se foi ou na introdução simples, dançante e ao mesmo tempo triste de Dois, a banda se desprende das referências e manda bala com arranjos legais e que não soam como mera cópia. Ao cuidar dos detalhes e produzir as músicas para soarem completas, a Lítera ganha importância e passa isso pra cada acorde tocado e cada verso grudento cantado.
Se essa sonoridade indie de guitarras fazendo acordes com pouca distorção, está cada vez mais em evidência, a Lítera parece conseguir usar a característica a favor das suas músicas. Assista à apresentação da banda no Bar Opinião, em Porto Alegre:
Postado por
Diego Matias
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A banda Clandestino nasceu em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, na fronteira com o Paraguai. A influência da música sulamericana aparece no repertório quando a banda utiliza ritmos típicos e instrumentos como as flautas peruanas que você pode ouvir em Maria Bonita, a música da nossa transcrição.
Essa característica cresce aqui no estado num movimento - odeio esses termos - chamado Polca Rock, onde o compasso ternário (3/4), típico da música paraguaia é adaptado ao rock com levada Heavy Metal.
O nosso riff em questão não tem este formato, e está em destaque aqui pela sua simplicidade e pela própria música, que é muito legal. Use uma guitarra com efeito flanger para que soe como na gravação original.
Clique para ampliar.
Clique para ouvir.
Para conhecer mais sobre a banda, visite as páginas:
A intenção do post é nobre então eu pensei bem pra escolher uma música que tivesse a ver e que não fosse um clichê barato. O objetivo aqui é sair da fossa, então é claro que tem que ter cerveja, amigos bêbados e alguma vadiagem.
Ok, lá vai a música:
Whisky e Blues - Bêbados Habilidosos
Há tempos eu ando trocando a noite pelo dia Eu ando bebendo bem mais do que eu devia Eu ando me sentindo como uma mosca de bar Que voa e que vive das migalhas
Só bebo em espelunca, sempre na penumbra Eu encho a cara com um whisky de segunda E pela manhã, a ressaca é o ridículo final
Baby, essa solidão ainda me consome Dormi com uma mulher que nem sabe o meu nome Levou o meu dinheiro e o último cigarro Escreveu com o batom no espelho: "tchau, otário"
Toda segunda feira eu acordo mal Me arrasto pro trabalho como se fosse pra cruz Meu deus o que seria de mim sem whisky e blues?
Baby, essa solidão ainda me consome Dormi com uma mulher que nem sabe o meu nome Levou o meu dinheiro e o último cigarro Escreveu com batom no espelho: "tchau, otário"
Toda segunda feira eu acordo mal Me arrasto pro trabalho como se fosse pra cruz Meu deus o que seria de mim sem whisky e blues?
Pois bem, agora essa é a receita: Junte meia dúzia de amigos desocupados e faça o que a natureza manda, ouça o chamado do copo (thanks, Matanza!), pegue a garrafa de whisky e vá pra droga do bar mais vagabundo da cidade. Aquele onde a cerveja é sempre gelaaaada e o ambiente hostil (isso é uma analogia, por favor não vá se meter em furada). Ao final, arraste seu corpo inútil para casa, de preferência com todos andando abraçados, apoiados uns nos outros e cantando a bela canção acima. Isso sim vai te fazer sair da fossa!
Mais um super riff de uma das minhas bandas preferidas. Pra quem ainda não leu nada sobre esses caras, essa é a banda aqui de Campo Grande-MS que toca um Classic Rock sugado das melhores referências setentistas. Sou fã e vim postar a introdução de Lixo Humano, faixa do último CD do Bando chamado Bicho do Mato (foto).
O riff é construído sobre a 6ª corda, usando-a solta como como nota pedal, isso é muito comum no Hard Rock, ouça o riff de "Here I Am" do Skid Row e verá a mesma característica, utilizada de maneira distinta.
Fábio "Corvo" Terra - a guitarra mais cafageste do cerrado - tem um timbre fod*o e uma pegada matadora, então ouça bastante e deixe-se levar pelo rock and roll. Até mais!
Olá, este post inaugura um novo marcador aqui no blog: "MS". Este será usado quando a transcrição se tratar de algum artista aqui do Mato Grosso do Sul.
O duo Filho dos Livres, surgiu da união dos músicos Guga Borba e Guilherme Cruz (foto) na cidade de Campo Grande-MS, depois de muitos anos de trabalho com produção musical de artistas regionais e nacionais. A banda apresenta uma proposta diferenciada, com a fusão de várias influências, resultando em um trabalho coeso e bem acabado.
"Não Dá Pra Te Esquecer" faz parte do disco de estréia, Tradições Distorcidas, lançado em 2004 e teve sua tiragem esgotada, fazendo com que a banda lançasse o disco Meu Carnaval Numa Outra Estação De Natal, que contém, além das músicas do primeiro disco, outras 6 músicas adicionais. Os três discos da banda estão disponíveis para download no site deles.
O solo transcrito - o único do disco - é bastante interessante devido à pegada do guitarrista Guilherme Cruz. Tome cuidado com a afinação dos seus bends e boa sorte!
Olá amigos! Talvez muitos de vocês nunca tenham visto este cara de lenço na cabeça aqui ao lado, mas acredito que já devem ter ouvido falar em algum lugar da banda dele. Trata-se do Fábio "Corvo" Terra, guitarrista líder da banda sul-matogrossense O Bando do Velho Jack, da qual eu sou fã de carteirinha.
Esses caras já têm uns bons anos de estrada e, com 3 discos de estúdio e um acústico no currículo, sabem como fazer o bom e velho rock and roll com as melhores influências: Lynird Skynird, Rolling Stones e outros monstros do glorioso passado do rock. Corvo é um guitarrista preciso que sabe aliar seu feeling à intensidade necessária para compor riffs memoráveis como este que transcrevemos abaixo, de Como Ser Feliz Ganhando Pouco - música que dá nome ao segundo trabalho do Bando. O destaque neste exemplo e em todo trabalho deste guitarrista é o timbre matador que ele extrai da sua guitarra. Aproveitem:
Temos no nosso blog um exemplo interessante pela sua origem. Diferentemente dos outros posts, este aqui cita uma banda nova: O Moptop.
A banda carioca que começou em 2003 conseguiu um contrato com a gravadora Universal e hoje tem o privilégio de ser conhecida no Brasil inteiro. Fatos à parte, temos aqui o riff da música de trabalho do primeiro álbum deles executado pelo guitarrista Rodrigo Curi, fortemente influenciado pelo hype da cena indie mundial.
O riff vale pela sua energia e simplicidade. E aguardemos o próximo disco.
Clique para ampliar.
Clique para ouvir.
Esse exemplo é bem simples. Aproveite para treinar a sua palhetada e tente executá-lo em diferentes partes do braço da guitarra.
De todas as bandas nacionais que marcaram a década de 80, a Legião Urbana foi, sem dúvida, a que alcançou um maior grau de abstração em suas composições.
Graças a Renato Russo, a banda conseguiu arrastar multidões de fãs (leia-se seguidores) por toda a sua importante carreira e produziu pelo menos 3 sucessos em cada disco lançado.
Nesta transcrição temos a inconfundível introdução de Tempo Perdido, executada por Dado Villa-Lobos no disco Dois do Legião, e foi especialmente escolhida por ter um apelo muito interessante tanto para guitarristas, quanto para quem toca violão.
A dificuldade desse riff é zero. Com apenas uma ou duas tentativas, você conseguirá executá-lo. Apenas preste atenção à duração das notas.