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Appetite for Destruction contra Slave to the Grind

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Meu irmão e eu conversamos durante aproximadamente uma hora sobre esses dois álbuns gigantescos gravados pelos ícones do Hard Rock Guns n' Roses e Skid Row.

Ouça o Episódio 02 do #SuperContraPodcast abaixo clicando no vídeo:


Hardwired... To Self Destruct e a influência Maurice Ravel

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Hoje, 18/11/2016, o décimo álbum do Metallica foi lançado. Os fundadores do Thrash Metal colocaram nas lojas o disco duplo - 6 faixas em cada disco, nada gigantesco - intitulado Hardwired… to Self Destruction.



Enquanto os fãs decidem neste exato minuto se a banda ainda merece lugar no panteão do metal, ao colocarem o segundo disco pra tocar vão notar que as primeiras notas de ‘Confusion’ repetem um trecho de bateria que já se tornou um clichê do Heavy Metal. Vou tentar descrever mas você pode colocar pra tocar aí embaixo já que todas as faixas do disco ganharam um vídeo promocional.

A música começa com uma frase seca na bateria que lembra uma marcha militar marcada pela caixa com notas nítidas repetidas bem separadas e executadas por todos os instrumentos.

Conseguiu identificar? Não é tão simples sem a referência auditiva. 


Aqui o vídeo.



Lembrou de outras faixas que usam essa frase?

Bem, essa estrutura rítmica não é novidade na música pop e tampouco no heavy metal. O próprio Metallica já usou esse recurso brevemente em 1985, em uma das seções da introdução de For Whom The Bell Tolls. Ouvir isso em uma faixa de Thrash Metal ressalta como a música erudita conseguiu influenciar a música pesada mais profundamente do que podemos perceber apenas pelo heavy metal melódico do Iron Maiden e Malmsteen ou pelas suítes progressivas do Yes e Dream Theater. A frase em questão aqui remete a Boléro, uma peça de orquestra composta em 1928 pelo francês Maurice Ravel. Sua peça mais famosa, aliás.



A peça com mais de 15 minutos composta para um espetáculo de balé é bastante simples: a caixa dita o ritmo que é um pouco mais elaborado nas pausas mas a ideia central é exatamente aquilo que ouvimos nos discos de metal, enquanto ao redor dessa caixa, a melodia se desenvolve repetidamente alternando entre duas seções - a primeira vibrante e positiva e a segunda mais tensa, misteriosa. As duas estruturas se repetem e se intercalam durante mais de 10 minutos e a cada seção, mais instrumentos são acrescentados até que ao final temos uma orquestra inteira tocando a plenos pulmões. Épico. Catártico. Pesado

Em 1944, James Patrick Page e Geoffrey Arnold Beck nascem na Inglaterra. Cerca de vinte anos mais tarde, os guitarristas que se conheceram no Yardbirds, escreveriam em conjunto uma faixa para o primeiro disco do Jeff Beck. A faixa em questão aqui, Beck’s Bolero, havia sido publicada como single um ano antes e foi incluída no album Truth, de 1968. 40 anos após seu lançamento, o Boléro de Ravel colocava seus primeiros pés na música pesada ao influenciar um dos mais importantes guitarristas da história do hard rock. Óbviamente essa influência seria notada, assimilada e replicada por outras bandas que seguiriam a cartilha escrita por Jimmy Page. E essa não foi a única referência a Ravel nas suas composições.




Jimmy Page após sair do Yardbirds - que deve ser a banda com a maior dor de cotovelo da história - e perceber que o nome New Yardbirds não era uma boa idéia, montou o Led Zeppelin e, inspirado no Blues How Many More Years do Howlin’ Wolf, compôs com os outros integrantes a última faixa do lado B do álbum Led Zeppelin, de 1969, chamada How Many More Times. Com quase 10 minutos de duração, How Many More times tem um trecho bastante inspirado no próprio Beck’s Bolero e assim, temos a segunda composição a fazer referência ao Boléro de Ravel, ambas com participação de Page na composição.



Mas a música pesada não tem início aqui e nem termina com o Led Zeppelin. Apesar da gigantesca influência especialmente sobre o hard rock, o Zeppelin não tem guardado na gaveta de casa um documento que ateste para todos os fins que são os pais do Metal. 

Se você pegar pra ler a certidão de nascimento do Heavy Metal verá que não há mãe, só um pai: Black Sabbath.



Embora a principal influência para o primeiro Heavy Metal da história tenha sido a também erudita Mars, The Bringer of War composta por Gustav Holst para uma suíte temática sobre o sistema solar, no final da faixa Black Sabbath (1970) a banda executa brevemente a estrutura que havia sido usada por Beck&Page anos antes. O Zeppelin talvez não fosse tão influente a ponto de popularizar a estrutura criada por Maurice mas se os pais do heavy metal utilizaram esse obstinate, então ele agora faz parte do estilo desde a sua origem e o Sabbath faria novamente a referência ao Boléro em 1973 na faixa Who are You.



Apesar de o Heavy Metal possuir um fundador, é inegavel que o Sabbath não lapidou o estilo sozinho. O próprio Led Zeppelin está sim na gênese de uma das suas vertentes. Assim como o Deep Purple também está e a vertente que tem Ritchie Blackmore (e John Lord) como principal influenciador, essa sim bebe da música erudita direto da garrafa. Logo, não é nenhuma surpresa quando descobrimos que o Deep Purple também fez a sua referência ao Boléro em Child in Time, faixa do álbum In Rock de 1970. 


A essa altura, tendo sido referenciada pelos 3 principais nomes da música pesada, essa marcação da bateria já faz parte do estilo e aqueles que incorporaram o trecho em suas faixas não mais necessariamente o fizeram pensando em Maurice Ravel; afinal, Zeppelin, Sabbath e Purple possuem seus próprios fãs. Fãs que montariam suas próprias bandas influenciados por esses pioneiros e se tornariam ídolos da geração seguinte.

Maurice faleceu no final da década de 1930 e infelizmente não viu Beck e Page transportarem sua música para o rock. Ainda assim, mesmo não intencionalmente, Maurice Ravel conseguiu tornar imortal sua obra derradeira e transcender a si própria através do Heavy Metal.



Love Gun - 1974



Am I Evil - 1980



Legions (In Hiding) - 1994



Ghost Riders - 2012



Per Aspera ad Inferi - 2013



The Number Game - 2016

TOP 10: Vocalistas que também são Guitarristas Solo

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A banda está destruindo tudo no palco. O baterista e o baixista têm química e seguram a cozinha com mãos firmes e a ajuda do segundo guitarrista que realça o trabalho de base. A voz lá na frente tem energia pra liderar as melodias que o público vai aprender e a música cresce cada vez mais até que é chega o momento em que toda a energia acumulada é expulsa pra fora na forma de um poderoso solo de guitarra. O segundo guitarrista dá um passo à frente e captura todos os olhares mas não os ouvidos. O público confuso não entende até que percebe: o encarregado de uma das funções mais nobres do rock continua sendo o vocalista.

Aqui você vai ler um Top 10 com os melhores vocalistas que surpreendentemente também ocupam a posição de guitarra solo. No entanto, existem regras:

Não pode ser um artista solo: Steve Vai, Steve Ray Vaughan, Eric Clapton e etc. Eles não estão numa banda. Eles são os artistas principais então ficam fora da disputa.

Não pode ser um duo/trio: Quando só existe um guitarrista na banda, é ele quem fará os solos.

Já temos as regras então vamos lá:

10 ­ Jimmi Hendrix


Primeiro, que fique claro que Hendrix é uma exceção e está aqui porque apesar de não se enquadrar nos critérios, ainda é a maior referência quando se fala em guitarra solo. E como ele era a voz da sua banda entra no top 10 como menção honrosa (além do mais é bem difícil encher uma lista dessas).

09 ­ Jack White


Ele tem (tinha?) uma banda com a esposa e montou outra banda só pra entrar nessa seleta relação: o Raconteurs. Nela, ele divide as guitarras e vocais com Brendan Benson que também faz alguns solos e também é vocalista recorrente, mas o main man da banda no fim das contas acaba sendo o próprio Mr. White, que faz voz e solos.

08­ Justin Hawkins

Ok, agora nós começamos a falar sério. The Darknes é o sopro do Hard Rock dos anos 80 no mainstream atual: Justin e Dan Hawkins são irmãos e guitarristas da banda britânica mas é Justin quem faz a maioria dos solos nos 4 discos já lançados.

07­ Zakk Wylde

Se você conhece alguma coisa da história do Heavy Metal, então você já ouviu falar do guitarrista que acompanhou Ozzy Osbourne em sua carreira solo por mais tempo. Zakk tem sua própria banda em que, apesar de possuir outro guitarrista, faz os papéis de vocalista e guitarrista solo. E faz muito bem, aliás.

06­ Kai Hansen

O primeiro vocalista do Helloween ocupou o posto de guitarrista solo no início da banda alemã e após formar sua própria banda, Gamma Ray, continuou ocupando os dois postos. Hansen inclusive canta e faz solos na banda dos outros: Em Angels Cry, Hansen foi a guitarra solo na faixa Never Understand e uma das vozes na faixa The Temple of Hate junto com Edu Falaschi, no melhor disco da segunda formação do Angra, Temple of Shadows de 2004.

05­ Dave Mustaine

Mustaine teve pelo menos duas chances de não estar nessa lista: caso continuasse no Metallica como guitarrista solo ou caso não resolvesse montar sua própria banda de Thrash Metal, Megadeth. Acontece que no Megadeth, mesmo tendo excelentes guitarristas solo ao lado dele, Mustaine faz boa parte dos solos ele próprio. Só porque ele pode.

04 ­ Sérgio Dias

Os Mutantes eram (são) uma bagunça quando o assunto são seus membros. O que basicamente começou com Sérgio, Arnaldo Baptista e Rita Lee mais tarde virou só os irmãos Dias/Baptista e mais tarde apenas Sérgio Dias e outros músicos. Acontece que Sérgio é um guitarrista habilidoso e faz ambos papéis desde o disco Tudo Foi Feito Pelo Sol, de 1974. Ok, hoje tem outras vozes na banda além dele, mas ainda conta.

03­ Mark Knopfler

You get a shiver in the dark it’s raining in the park but meantime (solo)
South of the river you stop and you hold everything (solo)
A band is blowing dixie double four time (solo)
You fell allright when you hear the music ring (solo)
Well, now yoou step inside but you don’t see too many faces (solo)
(…)

02 ­ David Gilmour

Lendário é pouco pra começar a descrever o guitarrista e vocalista do Pink Floyd. Um dos ícones do da guitarra desde os anos 70, Gilmour dividia os vocais com o baixista Roger Waters que deixou a banda após querer ser o dono absoluto dela e desde então Gilmour foi o vocalista, líder e guitarrista solo da banda progressiva até se aposentar.

01 John Fogerty

Quem poderia ser o guitarrista solo/vocalista mais importante da história do rock senão o líder do Creedence Clearwater Revival? John Fogerty dividia as guitarras com seu irmão Tom e brilhava quando exibia sua habilidade. Solos incríveis como o de Travelin’ Band, e épicos como o de I Heard You Through The Grapevine saíram das mãos e mentes do vocalista da banda lendária.

Por se encaixar perfeitamente no conceito e por ter entrado na estrada antes de todos os demais, John Fogerty encabeça esse Top 10.

Conhece outros exemplos? Acha que o Hendrix não poderia estar na lista? Acha que o melhor disco do Angra com o Edu é na verdade o Aurora? A discussão continua nos comentários.

Peter Frampton - Breaking All The Rules

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Peter Frampton

Ah o passado... como eram livres e belas as canções feitas nas décadas que já se foram. Pra continuar nesta linha e defender a "velha-escola" aqui vai uma linda canção de 1981 (olha só! nem é tão velha!).

Peter Frampton foi o principal divulgador do nosso instrumento e também do dispositivo intrigante chamado Talk-box. A música que está no nosso post de hoje já foi tema de comercial de cigarros e é um clássico com ótimo riff e levada muito agradável. Dá pra viajar fácil ouvindo a melodia contagiante e. Aí vai um vídeo com cenas muito boas e a transcrição.





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AC/DC - Highway To Hell

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Alguns dizem que esse é o melhor disco da banda. Eu discordo. Não acho nem mesmo o melhor da fase Bon Scott, mas isso não quer dizer que o disco não seja bom. Aliás, é um clássico absoluto com músicas matadoras como If You Want Blood.. You've Got It e, é claro, Highway To Hell.

Highway To Hell é bem diferente das outras composições da banda. É quase um single do disco, por que não tem muita firula, não é comprida e tem um solo bem simples. Perfeito! Clássico absoluto, não só da banda mas do Rock!

A introdução da música é feita com acordes abertos, uma das característica dos riffs de Angus Young. Aqui temos apenas os acordes A, D/F# e G formando uma das introduções mais conhecidas de todos os tempos.

Toque apenas as cordas que fazem parte do acorde e não tenha medo de sair tudo embolado. Bons estudos!!!

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O meu dia Mundial do Rock

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O Gilson Lorenti começou uma corrente de posts sobre rock and roll pra comemorar a heróica data de hoje: Dia Mundial do Rock! Eu já devo ter contado aqui como foi que ouvi o primeiro disco de rock na minha vida - no ano de 1989, com o Appetite for Destruction - e, caso ainda não tenha, conto depois. O que vou contar aqui é como voltei a ouvir rock depois de anos sem identidade musical. Sim, o início da minha adolescência foi um período de trevas no qual eu escutava Fm e achava legal.

Em 1999 (eu acho) aconteceu aqui em Corumbá, algo bem interessante: as barracas nas feiras de sábado começaram a vender CDs por R$ 5,00. Eu não ouvia nada de muito pesado, embora estivesse bastante empolgado com a programação da Jovem Pan na época, que tocava Kiss, Metallica, Bon Jovi, New Radicals... Então em um dia qualquer fui com meu irmão numa dessas barracas escolher um disco de Heavy Metal Não sei de onde tiramos essa idéia, já que nenhum de nós dois escutava música pesada.

Mas nós fomos e escolhemos aleatóreamente, um disco todo preto, sem nome nenhum escrito. Estranho, já que esse só chamaria atenção se o critério fosse "capa mais sem sal". O resultado foi que quando chegamos em casa, ouvimos este disco:



Entrei em casa, abri a bandeja do som e ouvi o riff denso e cristalino de Enter Sandman. Eu jamais havia ouvido o Metallica - ou qualquer outra banda de metal - e depois da primeira audição do Black Album, fiquei louco! Aquilo era forte, violento, preciso, um soco na cara. Depois deste álbum, passei a comprar todos os discos que eu encontrava. De Heavy Metal e, principalmente do Metallica, que a essa altura já era a minha banda preferida.

Essa é a história do primeiro disco que comprei. Todos os outros discos que foram marcos na minha vida, têm suas próprias historias: Creedence Clearwater Revival, Dio, AC/DC - meu primeiro não foi o Back in Black :). Quem quiser participar da blogagem coletiva, é só visitar o post do Gilson Lorenti e escrever.

Abraço!!!!

Estão Participando da blogagem Coletiva Rock and Roll:

- A Grande Abobora
- Blog do Ronaldo
- Brejo do Sarneba
- Criticas Construtivas
- Dente Preto
- Dudu Tomaselli
- Leite de Vaca
- Milhouse Blog
- Multiverso Quântico
- Revista Música
- Teoria Glacial

Chuck Berry - Johnny B. Goode

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"Embora não se possa dizer que uma pessoa inventou o Rock n Roll, Chuck Berry está muito próximo de ser a pessoa que juntou todas as peças essenciais"


Estamos aqui falando do cara que inventou tudo isso, amigos! Se não fosse Chuck Berry eu não estaria escrevendo isso, você não estaria aqui lendo e talvez nem um de nós tivesse nascido por que é muito provável que nossos pais tenham nos fabricado ouvindo alguma rock n roll power ballad!

Música-símbolo do rockn roll, Johnny B. Goode é um ultra clássico da guitarra. Imagine essa intro sendo tocada há 60 anos atrás! Simplesmente deveria ser o máximo. Algo como Smoke on The Water sendo tocada em 1973 ou Hey You em 1979. Porém, mais poderosa ainda era Johnny B. Good, pois nunca ninguém havia feito nada igual até então.

E como a simplicidade e a perfeição andam juntas, o riff inicial não é nem um pouco difícil. Completamente baseado na escala pentatônica, essa intro apresenta alguns elementos bem marcantes como bends uníssonos, slides e double-stops - tudo bem rock n roll mesmo. Vamos ao exemplo!

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Guitarra Fender Stratocaster Standard - Clááááááássico!


PS: A transcrição completa será enviada para quem comentar esse post! Não se esqueçam de colocar o seu email! \o/

Novidades pessoais - Minhas músicas!

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Todo mundo que lê este distinto blog de guitarra deve saber ou imaginar que eu, o homem por trás dos Riffs & Solos, tenho a minha própria banda. Estão certos, e agora (leia-se finalmente) nós demos nosso primeiro passo rumo ao "próximo nível". Amigos, apresento-lhes a banda Hard Co.

Nos últimos dias estivemos gravando algumas de nossas músicas pra entrar na corrida do Festival América do Sul. Isso explica um certo sumiço dos posts por aqui e também as dores de cabeça que tive por causa do maldito clique do metrônomo. Mas enfim deu tudo certo. Conseguimos gravar as 4 músicas necessárias para nos inscrever no FAS e, de quebra, colocamos as 3 melhores na nossa página do Palco mp3.

Pra não dizer que não falei das flores, também subimos as músicas no perfil que a banda tem no MySpace.

O que estão esperando? Vão lá ouvir, oras!

Torçam pra que a gente se apresente no Festival. Abraços!!!

The Eagles - Hotel California (3ª parte)

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Olá, amigos! Finalmente estou postando a 3ª parte do solo final de Hotel California! Nessa parte, todos sabem está um dos segredos do sucesso da música, o solo feito em duas vozes, por Don Felder e Joe Walsh.

O solo está dividido em dois. Cada tablatura abaixo indica uma das vozes do solo. Não há nada muito difícil nesta parte do solo - apenas o final é um pouco complicado, mas nada que vá tirar o seu sono.

Lembrando que a primeira e segunda partes do solo estão aqui no Riffs & Solos também.



Violão 1
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Violão 2
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Os Mutantes - Eu só Penso em Te Ajudar

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Eu não gosto de MPB. Com excessão de algumas poucas músicas, acho a música brasileira boba, tudo bem sem sal. Por esse motivo também nunca de muita bola pros Mutantes, mesmo sabendo que de lá saiu a Rita Lee[bb] e que o Arnaldo Baptista era o f*dão do rock nacional. Não ligava por causa da tal da tropicália, como é que uma banda de rock poderia ser séria com um rótulo desses?!

Daí, depois de toda minha vida sem tê-los ouvido, a banda resolve voltar e depois acabar de novo, e foi nesse período, lendo a matéria que o Jamari França postou no Jam Sessions (nome genial!) sobre o fim da banda, um monte de gente comentava a saída do Arnaldo como boa já que Sergio Dias fez sem o irmão um dos melhores discos da banda, o Tudo Foi Feito Pelo Sol.

Não deu outra. Futriquei a internet pra poder ouvir o disco e o encontrei na íntegra. Ouvi e como diz o meu parceiro Alexandre "meu queixo caiu e estou procurando até hoje". O disco é uma pérola do rock progressivo, SEN-SA-CIO-NAL! E foi desse disco que eu tirei Eu Só Penso em Te Ajudar, a transcrição de hoje. Rock and Roll de primeira! Não vou comentar o riff nem a música. Se você conhece, sabe o quanto é bom e como a banda está afiadíssima em cada acorde tocado. Se não conhece meu filho, vai já escutar!

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DVD + CD Mutantes - Também sem comentários!

Wolfmother - Joker & The Thief

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A austrália mal possui um número significativo de bandas famosas mas conseguiu emplacar AC/DC[bb] e recentemente o maravilhoso, incrível e f*dão Wolfmother. Nada mal pra um país fora da rota América-Europa. Bem que eles poderiam fazer um show aqui no Brasil, por que, sinceramente, depois que o Steve Morse entrou no Deep Purple[bb], John Lord pulou fora e o Ian Gillan - Caramba! hauahuahau- ficou com a voz parecida com a do Ralf, eu tô achando que iria valer mais a pena.

A transcrição que lhes trago hoje é o riff de Joker & The Thief, tocado com corda solta e ligados rápidos. Nada muito complicado, mas que exige treino para não embolar as palhetadas.





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The Eagles - Hotel Califórnia (2ª parte)

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Olá, amigos! Sem enrolação, aqui temos a segunda de 3 partes do solo de Hotel California, na versão gravada no disco "Hell Freezes Over", continuando exatamente de onde a primeira parte parou. Realmente, o The Eagles acertou nessa versão maravilhosa!!! Vamos à transcrição e lembrem-se de que ainda falta o final do solo.







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Violão? É no Submarino!!!