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Dio - Shivers

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Master of The Moon é o décimo disco da carreira do vocalista Ronnie James Dio. Lançado em 2004, o disco marca o retorno do guitarrista Craig Goldy que havia tocado também nos discos Dream Evil (1987) e Magica (2000). Neste disco Dio assina a composição de todas as músicas e também sua produção.

Aqui você tem o solo da música Shivers, quarta faixa do disco. Uma das características do solo é a utilização da escala menor harmônica, o que dá um efeito muito interessante.

Pegue o seu metrônomo e mãos à obra!

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Clique aqui para baixar a transcrição do solo em formato PDF.


Compre o DVD Dio: Evil or Divine.

Dio - Born on The Sun

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Este disco foi o segundo que ouvi de Ronnie James Dio[bb] e, embora seja muito diferente do Holy Diver (o primeiro que conheci) curti demais as músicas. Todas elas!

O Holy Diver tem um estilo bem Hard, enquanto neste disco de 1990 podemos ouvir riffs mais elaborados, timbres de guitarra mais pesados e muitas mudanças de andamento em cada música. Neste clima mais trabalhado, Born on The Sun se encaixa como um belo exemplo de riff não convencional que soa muito bem. As músicas definitivamente passam longe de licks convencionais. Vale muito a pena!



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Dio - Don't Talk To Strangers

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Don't Talk To Strangers faz parte do disco Holy Diver, lançado pelo Dio em 1983. O disco é um clássico do Heavy Metal, e traz ainda canções matadoras como "Holy Diver", "Rainbow In The Dark" e "Stand Up And Shout".

A introdução transcrita é bem simples. Apenas tome cuidado para que cada corda soe de maneira correta. Ultilize um violão com cordas de aço ou, na falta deste, uma guitarra com chorus.






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O meu dia Mundial do Rock

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O Gilson Lorenti começou uma corrente de posts sobre rock and roll pra comemorar a heróica data de hoje: Dia Mundial do Rock! Eu já devo ter contado aqui como foi que ouvi o primeiro disco de rock na minha vida - no ano de 1989, com o Appetite for Destruction - e, caso ainda não tenha, conto depois. O que vou contar aqui é como voltei a ouvir rock depois de anos sem identidade musical. Sim, o início da minha adolescência foi um período de trevas no qual eu escutava Fm e achava legal.

Em 1999 (eu acho) aconteceu aqui em Corumbá, algo bem interessante: as barracas nas feiras de sábado começaram a vender CDs por R$ 5,00. Eu não ouvia nada de muito pesado, embora estivesse bastante empolgado com a programação da Jovem Pan na época, que tocava Kiss, Metallica, Bon Jovi, New Radicals... Então em um dia qualquer fui com meu irmão numa dessas barracas escolher um disco de Heavy Metal Não sei de onde tiramos essa idéia, já que nenhum de nós dois escutava música pesada.

Mas nós fomos e escolhemos aleatóreamente, um disco todo preto, sem nome nenhum escrito. Estranho, já que esse só chamaria atenção se o critério fosse "capa mais sem sal". O resultado foi que quando chegamos em casa, ouvimos este disco:



Entrei em casa, abri a bandeja do som e ouvi o riff denso e cristalino de Enter Sandman. Eu jamais havia ouvido o Metallica - ou qualquer outra banda de metal - e depois da primeira audição do Black Album, fiquei louco! Aquilo era forte, violento, preciso, um soco na cara. Depois deste álbum, passei a comprar todos os discos que eu encontrava. De Heavy Metal e, principalmente do Metallica, que a essa altura já era a minha banda preferida.

Essa é a história do primeiro disco que comprei. Todos os outros discos que foram marcos na minha vida, têm suas próprias historias: Creedence Clearwater Revival, Dio, AC/DC - meu primeiro não foi o Back in Black :). Quem quiser participar da blogagem coletiva, é só visitar o post do Gilson Lorenti e escrever.

Abraço!!!!

Estão Participando da blogagem Coletiva Rock and Roll:

- A Grande Abobora
- Blog do Ronaldo
- Brejo do Sarneba
- Criticas Construtivas
- Dente Preto
- Dudu Tomaselli
- Leite de Vaca
- Milhouse Blog
- Multiverso Quântico
- Revista Música
- Teoria Glacial

Análise: Barão Vermelho Viva

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Viva, 2019



2017. Mais de 30 anos após a saída do seu vocalista original - ninguém menos que Agenor de Miranda Araújo Neto, A.K.A. Cazuza - o lendário Barão Vermelho sofre sua segunda grande baixa nos vocais quando Roberto Frejat decide seguir com sua carreira solo.

Mauricio Barros, tecladista que havia participado do especial de Rock Brasil patrocinado por uma marca de cosméticos, sugere à banda que contratasse Rodrigo Suricato, músico que segurou a responsabilidade de tocar com Dado Vila-Lobos (Legião Urbana), Liminha (Mutantes), Paula Toller (Kid Abelha), João Barone (Paralamas do Sucesso) e Nando Reis (Titãs/Solo) naquela noite. O resultado é o álbum Viva, com nove faixas inéditas e que é um absoluto retorno aos ares para o Barão.

A primeira coisa que me chamou a atenção quando meu irmão colocou o disco pra tocar foi "Caramba, é a cara do Barão Vermelho!". Pode parecer bobo e óbvio mas todo fã de música sabe como a troca da voz numa banda é traumática, principalmente porque esse tipo de substituição pode significar novos rumos na sonoridade dos trabalhos futuros - vide o iceberg que atingiu o Rainbow quando Ronnie Dio foi pro Black Sabbath - para bem ou para mal. No caso do Barão/Frejat, eu que era absolutamente cético, só pude dar o braço a torcer porque não apenas as faixas do album são excelentes, mas Suricato ocupa a frente da banda como se aquele posto nunca tivesse pertencido a uma lenda do rock pra mostrar serviço com competência e personalidade.

Das nove faixas, pelo menos quatro tocam em temas como separação, amizade, relacionamento e auto-afirmação como "Tudo por nós 2" que diz em seus versos:

"Ei, se liga aí
Eu ainda não morri
Eu tô aqui
(...)
Todo esse barulho
É pra nos confundir
Nada vai nos dividir (...)"
Algumas faixas deixam a impressão de que são indiretas ao novo ex-membro da banda, mas não passa disso, não só as faixas funcionam muito bem fora do contexto da recente separação mas os próprios membros já trataram de declarar como a relação com Frejat foi encerrada profissionalmente, e apenas isso.

Viva abre com "Eu Nunca Estou Só", uma faixa que demonstra como a música negra americana está no DNA do Barão. Um lick no violão construído sobre a pentatônica dá o tom de Blues para o início e uma estrofe em estilo Rap fecha a canção e ao mesmo tempo, o ciclo do legado negro na música. Confesso que ainda não me acostumei com essa faixa e apesar da temática coerente não apenas nela própria, mas com todo o tema de ciclo/renascimento do álbum, ainda é a que mais me causa estranheza. É, eu não sou fã de hip-hop...

Daqui pra frente, todas as faixas têm qualidade de Lado A e apenas a última, "Pra Não Te Perder", tem cara de fim de festa, o que nem é demérito. "Por Onde Eu For", "Jeito", "Um Dia Igual ao Outro", "A Solidão Te Engole Vivo". Cada uma das faixas tem cara de hit de rádio (daquele tempo quando rádio era bom) e das que menos se encaixam nesse formato, "Um Dia Igual Ao Outro", poderia estar em qualquer outro álbum da banda e aparecer no registro ao vivo da banda junto com "O Poeta Está Vivo" sem prejuízo algum.

Meu destaque absoluto fica para "Vai Ser Melhor Assim" por conta de um instrumento que salta aos ouvidos: os teclados do Mauricio Barros carregam o riff principal da música e sobrepõem as guitarras enquanto Suricato canta lindos versos de amor: "A vida é curta pra viver com quem só pensa em te foder". Clássico instantâneo.

Outro aspecto que me chamou bastante atenção é como as melodias são cativantes e as canções são simples e diretas. Nenhuma faixa do Viva é longa ou complexa como um épico do rock. Pelo contrário, são canções fáceis de cantar e dão aquela impressão de que seria muito simples pra qualquer um montar uma banda e aparecer com nove composições originais tão boas como essas (aviso: não é). 

Viva é um discaralhaço que faz o ouvinte voltar o álbum pra tocar desde o início logo que acaba e isso é algo cada vez mais raro (ainda mais pra uma banda veterana). O Barão Vermelho conseguiu não apenas estabelecer mais uma vez seu novo vocalista como provou que a chama ainda está acesa na banda. Imperdível.

Transcrições completas de tablaturas para guitarra

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Olá, amigos! Tenho aqui um pacotão com algumas transcrições completas. Embora os assinantes da newsletter recebam todas essas, acho que os leitores também deveriam receber - com o devido atraso para que os assinates tenham mais vantagens.

Muito bem, nesse pacotão temos as transcrições completas de:


  • The Allman Brothers Band - Little Martha
  • Dio - Holy Dyver
  • Dream Theater - Overture 1928
  • Van Halen - Eruption*
  • Led Zeppelin - Heartbraker
  • Iron Maiden - The Number Of The Beast
  • Metallica - One
  • The Allman Brothers Band - Blue Sky
*A transcrição de Eruption fica aí de japa. :D

Clique aqui e baixe tudo isso. Tenham um ótimo dia! Até mais!

PS: Quem responder este post com o nome da música transcrita na imagem, receberá um mega-ultra pacotão com váááárias transcrições que ja foram publicadas aqui no formato PDF. Todas completas! \o/