Led Zeppelin - Whole Lotta Love

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Olá, amigos! Hoje encerramos março com nosso 31° e último post. Estou muito satisfeito e feliz por termos um post para cada dia do mês aqui no Riffs & Solos. Espero que vocês nos visitem sempre, afinal teremos sempre algo novo no blog. E para não perder nenhum lick postado aqui, assine nosso rss completo e leia todos os post com as transcrições e imagens no seu leitor de rss.

Bem, vamos à música. A derradeira transcrição para este sábado é o solo que Jimmy Page executa em Whole Lotta Love, primeira música do disco Led Zeppelin II de 1969. Esta música é excelente e o solo melhor ainda.

Apenas preste atenção nos seus bends, pois temos neste exemplo um super bend de 2¹/²
tons! Então não arrisque suas cordas velhas, troque-as e divirta-se! Clique para ouvir.

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AC/DC - You Shook Me All Night Long

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Em 1980, após a trágica morte de Bon Scott, primeiro vocalista do AC/DC, a banda lançou o disco que a colocaria de vez na história do Rock. Se Highway to Hell - disco anterior - já havia sido um marco na carreira da banda australiana, Back in Black foi sem dúvida o maior trabalho dela.

Nesse disco, temos muitos clássicos: Hell's Bells, Shoot to Thrill, Rock n' Roll ain't Noise Pollution e You Shook Me All Night Long, cujo solo temos transcrito logo abaixo.

A música é muito simples, como todo o repertório do AC/DC: riffs feitos com acordes, a pegada inconfundível de Angus Young (foto), distorção precisa e uma cozinha super competente e entrosada. O alicerce perfeito para um dos solos de guitarra mais expressivos do rock!

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Metallica - For Whom The Bell Tolls

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O Metallica - uma das maiores bandas de Heavy Metal de todos os tempos - teve um brilhante início de carreira, marcado pelo lançamento de três de seus principais discos: Kill 'em All (1983), Ride The Lightining (1984) e Master of Puppets (1986). Esses álbuns marcam também a passagem do excelente baixista Cliff Burton pela banda.

Nossa transcrição de hoje traz um trecho da música For Whom The Bell Tolls, terceira faixa do segundo disco do Metallica e tem como principal característica, a pegada e energia de Burton, especialmente na introdução. Aumente o seu drive, acerte sua pegada e divirta-se com sua guitarra!

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Clique aqui para baixar a transcrição completa em PDF.

Se você ainda é novato no assunto e não sabe quem diabos foi Cliff Burton, assista um dos vídeo mais conhecidos da banda, tocando (adivinhem!) For Whom The Bell Tolls!

Dire Straits - Money For Nothing

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Nossa transcrição da vez é a introdução de Money For Nothing do Dire Straits. O riff é muito bom e Mark Knopfler, como sempre, executa sem palheta (livre-se da sua por enquanto, mas não vá perdê-la, por favor!).

Em uma rara ocasião, podemos ouvir Knopfler utilizar uma distorção mais pesada na sua guitarra, e ainda assim o efeito é mais um acessório do que uma característica principal na música. Nesse caso, o riff conta muito mais do que o efeito utilizado. Como a passagem é bastante simples, você não terá dificuldades. Apenas preste atenção no seu ritmo na hora de tocar para não fazê-la soar "quadrada", ok? Divirta-se!

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Gostou? Então clique aqui e veja também a transcrição do solo de Sultans of Swing do Dire Straits.

Pitty - Admirável Chip Novo

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Olá, amigos do Riffs & Solos! A transcrição deste post é de uma banda que sacudiu o marasmo que o rock nacional mainstream enfrentava há uns anos atrás. Em seu primeiro disco (Admirável Chip Novo), lançado em 2003, a cantora baiana mostrou toda a influência grunge dos anos 90.

Com um riff muito bacana, essa música fez um improvável sucesso e catapultou a carreira da banda, que, diga-se de passagem, conseguiu se superar com o segundo disco Ancacrônico, de 2005.

A parte transcrita aqui é a introdução da música. Note que a guitarra está com a última corda afinada um tom abaixo da afinação standard (E), ou seja, você terá que afinar esta corda em D. Com isto as cordas D e A forma,
respectivamente Tônica e a 5ª justa do acorde , formando um Power Chord. Este tipo de afinação é chamada Drop D e é usada para dar um peso extra ao riff.


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Este é o riff principal da música.

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Clique aqui para ler uma entrevista com a cantora no Rock em Geral.

Guitarra é Papo de Homem

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Olá, amigos! Falar de guitarra e Rock and Roll neste blog é, para mim, muito gratificante por dois motivos: eu gosto muito de ajudar com o que posso, principalmente de ensinar (serei professor de Geografia daqui algum tempo :-D); e por que aprendo muito com os exemplos que meu irmão e eu postamos aqui.

Mais gratificante ainda é ler os comentários de vocês elogiando tal banda, ou pedindo dicas. Enfim, ler o que vocês escrevem é a melhor parte deste blog. Por isso fiquei feliz demais quando recebi um convite do Guilherme Nascimento Valadares, editor do Papo de Homem, para escrever sobre rock nesse site sobre o universo masculino.

Quem diria, hein?

O post é sobre Rock and Roll Testosterona e fala sobre bandas com energia e pegada, sem frescura e sem floreios. Espero que gostem do que escrevi e deixem seus comentários. Quem sabe não escrevo outras vezes? Abraços!!!

Clique aqui para ler o texto no site Papo de Homem.

Guns n' Roses - Mr. Brownstone

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Em 1987 o Guns n' Roses lançou seu primeiro e mais importante disco: Appetite for Destruction. Este disco não foi importante apenas para a banda de Axl Rose, pois trouxe à tona toda a fúria esquecida do Hard Rock e revelou um dos maiores guitarristas do Rock and Roll. Eu me refiro ao Slash, o dono dos riffs mais famosos dos anos 80.

Slash tem uma forte pegada blues, baseada na nossa famosa escala pentatônica. E o riff inicial de Mr. Brownstone, transcrito abaixo, mostra esta característica quando ele utiliza a blue note da penta maior de E: G#.

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Onde a guitarra foi parar?

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Marty McFlyOlá, amigos do Riffs & Solos! Escrevi este post para gerar uma reflexão sobre o rumo do principal elemento do rock: a guitarra. Como o seu uso evoluiu nesses quase 60 anos? Quais rumos nosso instrumento tomou? Onde ele vai terminar depois de tudo isso?

- "Tudo isso o que?" - você deve estar querendo saber. Este é o assunto deste post. Acompanhe comigo:

No início, era tudo bem simples: o guitarrista era apenas um membro da banda. Nada mais. Nada menos. Mas alguns foram além e desafiaram a maneira usual de tocar. Quebraram barreiras e mudaram a abordagem do rock levando a guitarra para o primeiro plano. Nessa época, caras como Hendrix, Eric Clapton e Marty McFly (foto) mostravam exuberância, técnica e feeling ao tocar para o mundo.

Isso foi na década de 60, a década responsável pelos Beatles e pelos Rolling Stones. Os dois maiores fenômenos do rock, que não se destacaram por ter guitarristas virtuosos, mas sim pelos compositores vigorosos. Mas isso não foi tudo na década. Temos ainda o grande John Fogerty correndo por fora, Ritchie Blackmore no Deep Purple e o nascimento, em 1969, do Led Zeppelin.

O início da década seguinte foi uma loucura: todo mundo era hippie, e tocava guitarra. Nesses anos tivemos o fortalecimento do Heavy Metal e do Rock Progressivo, e pelo que se viu, toda essa evolução acabou implodida no movimento da música punk.


Agora Ramones e Sex Pistols dizem em um alto e ruidoso som que você precisa de apenas 3 dedos e 3 cordas para tocar numa banda de rock. Nada de frases, nada de Riffs nem Solos. Temos, no máximo, um ruído de cabo ruim. Mais do que suficiente.

Mark KnopflerEntão chegam os coloridos anos da década perdida. Os vídeo-clipes tomam conta de tudo e dois guitarristas roubam a cena: Mark Knopfler (foto) e Eddie Van Halen. Impossível ditar um rumo. O primeiro chama atenção por ser discreto porém rebuscado em Money for Nothing, enquanto o outro destrói nosso senso comum com um solo gigantesco em Thriller de Michael Jackson.

Para onde seguir? Discrição e competência como Knoplfer e Joe Perry, ou velocidade e técnica como Eddie e Steve Vai?

E a divisão é ainda maior por que temos Angus Young, Kirk Hammet, Slash, Zakk Wilde... enfim, guitarristas para todos os gostos: loiros, cabeludos, carecas e sem dedo.

Essa proliferação excessiva (???) produziu a segunda ruptura. Mas ao invés dos punks de cabelo moicano pintados de verde e palavras de ordem, o Grunge surge com suas calças jeans normais, tênis All Star e camisas xadrez (por que será?) normais. Mais que isso: músicas normais e um fenômeno da guitarra sem solos: o Nirvana. Nessa altura já temos os representantes dos dois mundos bem definidos e, como Axl Rose não suporta Kurt Cobain, parece ainda mais difícil juntar os dois caminhos.

E o que se viu na década passada (anos 90) foi muito triste. Onde foram parar os Riffs e Solos de guitarra? Cadê os cabeludos beberrões e irresponsáveis que nos atraíram para uma vida desregrada e prazeroza? Para onde foram suas guitarras?

Vimos muitos dos nossos ídolos (leia-se "eu vi muitos dos meus ídolos") voltarem à ativa e outros tantos saírem de cena. Joe Perry continua por aí, Slash também, mas caras como David Gilmour já estão no fim do jogo. Quem irá substituí-los? O que acontecerá quando os gênios morrerem?

Temos aqui no Brasil alguns dos melhores guitarristas que já ouvi: Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Hugo Mariutti, Juninho Afran e Edu Ardanuy são fantásticos mas não estão no mainstream do rock mundial. A fúria ficou nos anos 70 e 80? Não há mais espaço para as guitarras no rock? O que as bandas farão senão riffs geniais? Cadê os solos, meu Deus, eu me pergunto??? Onde a guitarra foi parar?


Posts relacionados:

Clique aqui e leia a matéria sobre os melhores riffs de guitarra no
Rock Wave.
Clique aqui e leia a matéria sobre os melhores solos de guitarra no site Interney.net.

Angra - Nothing To Say

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O álbum Holy Land de 1996 é um clássico absoluto do Heavy Metal Melódico. O Angra faz o que ninguém mais consegue: misturar perfeitamente o Heavy Melódico com as raízes da música brasileira. Isto pode ser conferido em músicas como Carolina IV, Unholy Wars e Hunters and Prey. Em Nothing To Say não é diferente.

A música tem uma introdução marcante que nos leva ao riff maravilhoso que está transcrito neste post. Como o riff é executado em um rítimo bastante acelerado, é necessário que se treine bastante com um metrônomo. Comece com velocidades baixas e vá subindo gradativamente até atingir a velocidade da gravação original.

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Qualquer dúvida, é só comentar. Até mais.

Rush - La Villa Stragiato

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O Rock Progressivo - iniciado pelo Pink Floyd e pelos Beatles - sempre foi terreno para muita experimentações, que alguns podem considerar excessivas. Arranjos complexos e algumas vezes excêntricos dão voz à composições que nos fazem viajar e apreciar o Rock , e a própria música, por um outro lado onde cada elemento funciona separadamente e perfeitamente bem quando juntos.

Nesse meio, o Rush é referência absoluta e cumpre todos os requisitos do progressivo: músicas instrumentais cheias de "cenas" e épicos de 20 minutos.

Falando em instrumental progressivo, temos neste post, um trecho do início de La Villa Stragiato, 4ª faixa do disco Hemispheres de 1978. Vamos a ele:

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Deep Purple - Burn

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Faixa de abertura do disco homônimo de 1974 marca a entrada de David Coverdale (Voz) e Glenn Hughes (Voz e baixo). A mudança na formação mudaria completamente o som da banda, que nessa época era uma das melhores do mundo junto com o Led Zeppelin e o Black Sabbath.

A transcrição deste post é a introdução da música, na qual Blackmore usa a técnica Double Stops. Não há dificuldade na execução. Divirta-se!

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Clique aqui para fazer o download da transcrição completa em formato PDF.

Cry Of Love - Pretty As You Please

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O Cry Of Love é uma das minhas bandas preferidas. Audley Freed é um guitarrista sensacional e, infelizmente, completamente injustiçado. A banda lançou somente dois discos "Brother" e "Diamonds & Debris" e logo depois de seu fim Audley Freed entrou para o The Black Crowes.

A transcrição deste post é a segunda faixa do primeiro disco deles. Com uma técnica surpreendente, Freed arrasa neste solo matador!


Treine bastante e não se esqueça de usar um metrônomo para conseguir executar o solo na velocidade original.
Boa sorte com a palhetada alternada! Até mais.

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Clique aqui para fazer o download de um songbook da banda.

Pentatônica - Guia

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Olá, pessoal! Recebi uma newsletter da revista Guitar Player como uma matéria sobre a escala pentatônica. Como no site havia um guia bem bacana, resolvi postá-lo aqui. A matéria não está completa, mas o conteúdo é muito bom.

Fiz um arquivo PDF com todo o conteúdo disponibilizado no site. Você pode fazer o download clicando aqui.
(Para ver a matéria completa você precisa comprar a edição n° 131 da revista)


Espero que gostem. Até mais.

MQN - Heart of Stone

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No post anterior eu dizia que o AC/DC influenciou muita gente por sua simplicidade, e pelo som direto e sem firulas.

Ainda no gênero "Rock and Roll Testosterona", temos a banda goiana (nunca senti tanto orgulho de ser brasileiro!!!) MQN, que não economiza riffs simples, pesados e grudentos.

A banda é um legítimo exemplar do bom e velho Rock and Roll, e ainda lançou um dos movimentos mais honestos da internet: O Manifesto Fuck CD.

Através do manifesto, a banda repudia as amarras e limitações do pequeno disco plástico, em favor do nosso antigo conhecido vinil. Isso mesmo! O MQN disponibiliza todas as suas (ótimas) músicas para download em seu site oficial - www.mqn.com.br - e quem quiser um disco de verdade (mídia física) pode comprar um vinil. Excelente, não?


Agora, vamos à trasncrição. O trecho escolhido, é o riff do início de Heart of Stone, 4ª faixa do disco Bad Ass Rock and Roll, de 2005. O riff é simples e direto como o bom e velho Rock. Simples e direto como o AC/DC.

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Veja os vídeos de Heart of Stone e da matéria da Trama Virtual sobre o Manifesto Fuck CD.


AC/DC - For Those About to Rock (We Salute You)

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Devo confessar que durante esses dois meses em que o Riffs & Solos está funcionando, fiz o possível para colocar todas as bandas de que tenho notícia. Queria fazer algo específico, porém "eclético" na medida do possível.

Tanto quis, que terminei por negligenciar o AC/DC. A banda que não se rendeu ao tempo e continuou firme, forte, simples e direta como sempre foi: com os riffs absolutamente perfeitos - até minha mãe canta o refrão de Highway to Hell - e com o ícone do Hard Rock, Angus Young.

Angus e sua banda pararam no tempo. Décadas se passaram e eles continuam fazendo o que sempre fizeram: Rock and Roll sem um pingo de pudor ou bom-mocismo. Rock que revolucionou e influenciou muita gente. Rock de perna aberta!

Por isso temos agora no blog, a introdução de For Those About to Rock (We Salute You), primeira música do disco homônimo que teve a missão ingrata de susceder o fantástico álbum Back in Black de 1980, e acabou se tornando um dos maiores clássicos do AC/DC.

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Confesso que não acompanho o trabalho do Serguei. Mas devo reconhecer que essa frase é genial.

Led Zeppelin - The Rain Song

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Não se fazem mais músicas como se fazia antigamente. Não digo apenas pelo bom gosto de Ritchie Blackmore ou o feeling de David Gilmour, ou ainda, a técnica de caras como Hendrix e Jimmy Page. Não é apenas isso. Esses grandes guitarristas nos abriram horizontes e mostraram até onde o Rock poderia chegar colocando em suas músicas algo que tinham em comum: Ousadia.

The Rain Song (do álbum Houses of The Holy - 1973), mostra que a ousadia sempre foi a grande virtude do Rock, e que, muito mais que ser agressivo ou soar pesado, o que vale é a música.

Nesta música, Jimmy Page mostra que é (assim mesmo, no presente!) um guitarrsta incomparável - como todos os que citei antes - e inovador. Com uma pegada incrível e um timbre matador, Page gravou seu nome na história da música com o Led Zeppelin por fazer o que sabia de melhor: Ousar.

A parte transcrita abaixo, é um tema que se repete algumas vezes na música, como um refrão, já que a música não possui esta parte. Page utiliza a seguinte afinação para essa música: D, G, C, G, C, D.

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Vídeo com The Rain Song num violão. Inspirador.



Espero que tenham gostado do post e que tenham entendido o recado: A ousadia dá vida à música.

Dica:
Se você gosta de clipes mas não entende nada de inglês, visite o blog de Clipes Traduzidos. Uma mão na roda.

Pink Floyd - Money

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"Eu acho que, ainda assim, você poderia adicionar, do Pink Floyd, o mais clássico Dark Side of The Moon. Os solos de Time e Money são Inesquecíveis."

Este foi o comentário deixado pelo Andrei no post sobre discos essenciais que meu irmão colocou aqui no blog.

Não há como discordar. The Dark Side of The Moon é um disco intenso e maduro. Genial em todos os sentidos. Então para "desfazer a injustiça", temos no post abaixo a transcrição do riff inicial e do solo de Money, a 5ª faixa do álbum.

A introdução da música dita a dinâmica do resto com seu contratempo característico. Vamos à ela:

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E agora, temos transcrito um dos solos mais clássicos do rock onde David Gilmour lança mão de todo seu bom gosto - e de vários bends, é claro. Se você tem alguma intimidade com essa técnica, então não terá muita dificuldade para executar a passagem, se não tiver prática, treine bastante para não desafinar e divirta-se.

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Dica: O Velevet Revolver gravou um cover de Money.

Kiss - Song Book

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Olá, pessoal! Encontrei um songbook com várias lições do Kiss.

São vários solos, riffs e licks de músicas consagradas da banda como Deuce, Rock N Roll All Nite, Strutter, entre outros. Tem também arquivos de áudio de cada exemplo. Não é nada muito difícil de se tocar, e acredito que maioria vai poder aproveitar bem as licões.

O material estava no Hard Blog e foi disponibilizado pelo usuário Psychochild.

Clique aqui para fazer o download.

Afinação

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Durante algum tempo, relutei em postar um conceito tão básico quanto afinação da guitarra aqui no Riffs & Solos. Acontece que nosso blog é direcionado àqueles que estão começando a tocar, e isso nos coloca na obrigação de auxiliar quem tem essa dificuldade ou ainda não aprendeu como afinar seu instrumento.

Eu, particularmente ainda tenho certa dificuldade com isso. Não tenho ouvidos muito bons para gravar as notas e sempre afino a minha Stratocaster escutando algum disco. Se você ainda não sabe como proceder depois de colocar cordas novas, ou tem dificuldades como as minhas, está lendo o post certo no blog certo!

Mas o Riffs & Solos não vai te dar o peixe (não agora). Para entender o processo, clique aqui e leia o texto que explica o que fazer durante a afinação das cordas.

Leu mas não entendeu? Sem problema. Abaixo temos o som das 6 cordas - na ordem: E, A, D, G, B, E - para te ajudar nesse momento inglório. Boa sorte!

Dica: 3 discos essenciais!

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,Olá pessoal! Vou deixar aqui a dica de 3 álbuns que são essenciais para quem está aprendendo a tocar guitarra.
É complicado quando se está aprendendo, conseguir evoluir tocando músicas de qualquer artista por que não se consegue muitas vezes enxergar as escalas naquilo que se está fazendo. Ou seja: você não toca. Apenas repete as notas escritas na tablatura sem entender nada daquilo...
Meu conselho é que você não tente aprender tudo sozinho. Procure um bom professor na sua cidade que vai lhe ajudar a entender as lições, aplicar o que se aprendeu na prática e lhe permitir uma evolução mais rápida.
Muito bem, vamos aos discos.

Led Zeppelin - Led Zeppelin II

Um clássico absoluto do Rock N Roll! Músicas como Wholle Lotta Love, Thank You, Heartbreaker e Livin Lovin' Maid vão fazer com que seus dedos fiquem loucos para fazer uma pentatônica. Jimmi Page criou solos e licks que são referência até hoje para qualquer guitarrista. Sem contar que seus licks são copiados a torto e a direito...
Destaque para Lemmon Song: o improviso no meio desta música vai fazer você visualizar perfeitamente o uso da pentatônica.

Deep Purple - Machine Head

Não preciso dizer que este disco influenciou onze entre dez guitarristas em qualquer parte do mundo. Ritchie Blackmore tem um estilo, ao mesmo tempo, refinado e virtuoso. Tirando Highway Star, que é demais para quem está começando, todas as músicas são muito boas de se acompanhar com a guitarra. Com uma abordagem diferente da pentatônica daquela praticada por Jimmi Page, os solos de Blackmore vão abrir seus horizontes e lhe fazer enxergar as maravilhas desta escala. Destaque para o solo de Maybe I'm A Leo, simples e genial.

Pink Floyd - The Wall

David Guilmour. Esse guitarrista constrói obras-primas com seus solos e bases únicas. Com um feeling acima da média, Guilmour criou os solos mais belos de sua época. Mesmo tendo no currículo o Dark Side Of The Moon, foi no The Wall que ele se superou, apesar de apenas tocar as músicas que foram compostas, em sua maioria, por Roger Waters. Neste disco temos Another Brick In The Wall - pt II, Mother, Young Lust, Hey You, Run Like Hell e a maravilhosa Comfortably Numb que tem um dos solos mais belos de todos os tempos.

Espero que estas dicas o ajudem a aumentar suas influências, ampliar seus horizontes musicais e, assim, lhe tornar um melhor músico.
Até mais.




Compre Led Zeppelin II, Machine Head e The Wall no Submarino!

Velvet Revolver - Fall To Pieces

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Fall to Pieces é uma balada do excelente Contraband de 2004. A banda que conta com boa parte do que foi o Guns N Roses, mostra em seu primeiro disco que ainda tem fôlego para muito Rock N Roll!

Com os vocais de Scott Weiland (ex Stone Temple Pilots) e banda conquistou seu lugar entre as melhores bandas da atualidade.

O solo desta música não é difícil, mas vai exigir muito de seus bends. Slash é um mestre nesta técnica e a usa com extremo bom gosto. Uma dica: se você está com aquelas cordas velhas, de dois meses atrás, nem tente tocar este solo, suas cordas vão arrebentar logo no 3° bend.

Temos aqui, primeiramente, o solo que é executado depois do refrão da música.

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Agora o solo principal.

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Clique aqui para baixar a transcrição completa no formato PDF.
Divirta-se e até mais!